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Gestão15 de junho de 20267 min de leitura

Comissão aprova incentivo fiscal para startups

Startups de MT podem ter isenção de IRPJ e CSLL: entenda o novo incentivo fiscal aprovado pela Câmara A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara aprovou projeto que isenta startups de IRPJ e CSLL sobre lucros reinvest...

Comissão aprova incentivo fiscal para startups
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A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara aprovou projeto que isenta startups de IRPJ e CSLL sobre lucros reinvestidos em P&D. A medida pode transformar o fluxo de caixa e a gestão tributária de empresas de tecnologia em Mato Grosso.

O Fato: O que muda com a aprovação do incentivo fiscal para startups?

No dia 28 de março de 2025, a Comissão de Finanças e Tributação (CFT) da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei Complementar (PLP) 25/2023, que cria um regime tributário especial para startups brasileiras. O texto prevê a isenção do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) para empresas que destinarem integralmente seus lucros a projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I).

De acordo com o parecer do relator, deputado Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR), a proposta abrange empresas com receita bruta anual de até R$ 16 milhões, enquadradas como startups conforme a Lei Complementar 182/2021 (Marco Legal das Startups). A isenção vale para lucros contabilizados a partir de 2026, desde que o montante seja aplicado em atividades como desenvolvimento de software, prototipagem, testes de mercado e contratação de pesquisadores.

O projeto segue agora para análise do plenário da Câmara e, se aprovado, será enviado ao Senado. A expectativa é que o incentivo reduza a carga tributária efetiva dessas empresas em até 34% (alíquota combinada de IRPJ + CSLL), liberando capital para inovação. Contudo, o texto ainda precisa de regulamentação para definir critérios de comprovação dos gastos em PD&I e evitar fraudes.

Comparativo: Cenário atual vs. Cenário com o incentivo fiscal

Indicador Cenário Atual (2025) Cenário com Incentivo (2026 em diante)
Alíquota de IRPJ sobre lucro 15% + 10% adicional (sobre lucro > R$ 240 mil/ano) 0% sobre lucros reinvestidos em PD&I
Alíquota de CSLL sobre lucro 9% (regime geral) ou 15% (financeiras) 0% sobre lucros reinvestidos em PD&I
Carga tributária total sobre lucro Até 34% (IRPJ + CSLL) 0% se 100% do lucro for para PD&I
Receita bruta máxima para adesão Sem limite específico para startups Até R$ 16 milhões/ano
Exigência de comprovação Declaração contábil padrão Relatório técnico-científico + auditoria externa
Impacto no fluxo de caixa Alto comprometimento com tributos Maior disponibilidade para reinvestimento

O impacto nos custos e no fluxo de caixa das empresas de Mato Grosso

Para startups e empresas de tecnologia localizadas em Cuiabá, Várzea Grande, Sinop e Rondonópolis, a aprovação desse incentivo representa uma oportunidade de aliviar a pressão sobre o capital de giro. Atualmente, uma startup mato-grossense que fatura R$ 5 milhões anuais e tem margem líquida de 15% (R$ 750 mil) paga cerca de R$ 255 mil em IRPJ e CSLL. Com a isenção, esse valor poderia ser integralmente reinvestido em contratação de desenvolvedores, aquisição de servidores ou licenciamento de softwares.

No entanto, o benefício exige planejamento tributário rigoroso. Empresas que operam no Simples Nacional, por exemplo, precisarão migrar para o Lucro Real ou Presumido para usufruir da isenção, o que pode aumentar a complexidade contábil. Além disso, os gastos com PD&I precisam ser segregados por centro de custo e projeto, sob pena de glosa em fiscalizações futuras.

Outro ponto crítico é o impacto nos meios de pagamento. Startups que utilizam maquininhas de cartão ou gateways como PagSeguro, Mercado Pago ou Cielo precisam conciliar recebíveis diariamente para evitar distorções no fluxo de caixa. Sem um sistema integrado, o controle dos valores destinados a PD&I pode se tornar um pesadelo operacional, especialmente em empresas com múltiplos canais de venda.

Para indústrias de base tecnológica em Sinop e prestadores de serviços em Rondonópolis, a medida também exige revisão de contratos com fornecedores e clientes, já que a isenção pode influenciar a precificação de serviços de desenvolvimento de software ou consultoria em inovação.

Como a automação e o ERP Max Manager blindam as empresas em cenários voláteis

Diante de um cenário tributário que exige rastreabilidade total dos gastos em PD&I, o ERP Max Manager se torna um aliado estratégico para startups mato-grossenses. O sistema permite a criação de centros de custo específicos para cada projeto de inovação, automatizando a segregação de despesas com pessoal, materiais, serviços de terceiros e depreciação de equipamentos.

Na prática, uma startup de Cuiabá que desenvolve um novo aplicativo pode cadastrar o projeto “App V2.0” no Max Manager e vincular todas as notas fiscais de compra de licenças de software, salários da equipe de desenvolvimento e custos de hospedagem em nuvem. Ao final do mês, o sistema gera relatórios detalhados que comprovam o montante investido em PD&I, prontos para serem anexados à declaração fiscal.

Além disso, a conciliação automática de recebíveis do Max Manager elimina erros manuais no fechamento do fluxo de caixa. Em vez de digitar extratos bancários e de maquininhas, a empresa importa os dados automaticamente e concilia com as vendas registradas no sistema. Isso garante que o lucro contábil reflita exatamente a realidade financeira, evitando distorções que poderiam comprometer o cálculo da isenção.

Outro benefício é o controle de estoque em tempo real para startups que vendem hardware ou dispositivos IoT. O Max Manager calcula o custo médio ponderado automaticamente, permitindo que a empresa saiba exatamente qual a margem de contribuição de cada produto. Em momentos de volatilidade cambial ou inflação de componentes eletrônicos, o sistema ajusta os preços de venda com base em regras pré-definidas, protegendo a rentabilidade.

Para empresas que precisam emitir notas fiscais de serviços com retenção de tributos (ISS, IRRF, CSLL), o ERP já parametriza as alíquotas por município (Cuiabá: 2% a 5% de ISS; Várzea Grande: 2% a 4%), evitando erros de cálculo que geram multas. E com o módulo de gestão de contratos, é possível vincular cada receita a um projeto de PD&I, facilitando a comprovação junto à Receita Federal.

Por fim, o suporte presencial em Cuiabá garante que a implantação do sistema seja rápida e adaptada à realidade local, com treinamento da equipe contábil e ajustes nas regras de negócio. A MAXDATA CBA oferece consultoria tributária integrada ao ERP em Cuiabá, ajudando startups a se prepararem para o novo incentivo fiscal.

FAQ da Notícia

1. Quem pode se beneficiar da isenção de IRPJ e CSLL?

Startups com receita bruta anual de até R$ 16 milhões, enquadradas no Marco Legal das Startups (Lei Complementar 182/2021), que destinarem 100% do lucro líquido a projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I).

2. O incentivo já está valendo?

Não. O projeto foi aprovado na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara, mas ainda precisa ser votado no plenário da Câmara e no Senado. Se aprovado, a isenção valerá para lucros a partir de 2026.

3. Como comprovar os gastos em PD&I para a Receita Federal?

A empresa precisará apresentar relatório técnico-científico detalhando os projetos, com comprovação de despesas por centro de custo, notas fiscais e, possivelmente, auditoria externa. Sistemas como o Max Manager automatizam esse controle.

Conclusão e Call to Action

A aprovação do incentivo fiscal para startups representa uma chance única de reduzir a carga tributária e acelerar a inovação em Mato Grosso. No entanto, o sucesso depende de uma gestão financeira e contábil impecável, com rastreabilidade total dos recursos destinados a PD&I.

Com o ERP Max Manager, sua startup automatiza a segregação de custos, concilia recebíveis e gera relatórios fiscais prontos para a fiscalização. Não deixe para se preparar na última hora. Fale agora com a MAXDATA CBA e garanta que sua empresa esteja pronta para o novo cenário tributário.

📞 Atendimento comercial local: +55 (65) 9304-5513


Marciley Ferreira — CEO MaxData
Autor do Artigo

Marciley Ferreira

Fundador & CEO da MaxData CBA

Especialista em Engenharia de Processos e Sistemas de Gestão ERP com mais de 24 anos de atuação direta no mercado de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Lidera a MaxData na blindagem operacional e expansão de mais de 6.000 corporações parceiras.

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